ANA NEUTE: “GOSTO DE CRIAR PARA AMBIENTES REAIS”

A designer paulistana incrementa sua linha Guarda-Chuva, de cobre e latão, desenvolvida para a Itens

Ana

A luminária de mesa tem 30 x 60 cm, e a de piso, 1,60 m de altura. o globo de vidro cria luz suave, já a cúpula direciona o foco para baixo. as mesas são da linha stripes (1,20 m de diâmetro, a maior, e 45 cm de diâmetro, a menor), de aço-carbono. Preços sob consulta.A luminária de mesa tem 30 x 60 cm, e a de piso, 1,60 m de altura. o globo de vidro cria luz suave, já a cúpula direciona o foco para baixo. as mesas são da linha stripes (1,20 m de diâmetro, a maior, e 45 cm de diâmetro, a menor), de aço-carbono. Preços sob consulta.

A coleção agora está completa?

ainda vai chegar uma peça inteira de cobre. achei que seria interessante ter o mesmo formato com diferentes acabamentos, pois cada um deles se comporta de um jeito único.

Por que a luz fascina você?

Ela ajuda a criar atmosferas perfeitas, a definir espaços. além disso, sou atraída pela pequena escala, pelas miudezas. desenhar luminárias me permite imaginar um objeto absolutamente lógico, mas com grande impacto estético.

O que influencia o seu olhar?

O chão de fábrica. Quero ter controle do processo de ponta a ponta para desenvolver um 3D que se aproxime totalmente da realidade e esteja alinhado com a capacidade tecnológica e industrial do Brasil.

Matéria publicada por Casa Claudia em 21 de julho de 2017

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VARANDA PEQUENA COM BANQUINHO E MESA DE CENTRO

Os moradores deste apartamento aproveitaram o pequeno espaço da varanda utilizando cores sóbrias e muitas plantas

Varanda

Os moradores de um apartamento localizado na cidade de Hamburgo, na Alemanha, reformaram sua varanda para aproveitar ao máximo o pouco espaço disponível. Com o objetivo de manter a privacidade, tecidos em preto e branco foram colocados no parapeito, bem como os bambus, que são de fácil manutenção, trazem vida ao ambiente e impedem a visão dos demais vizinhos. Por conta da pequena dimensão do local, as plantas e as prateleiras ficam penduradas nas próprias grades, o que economiza espaço e deixa a área mais funcional.

O casal queria que o local fosse adequado para tomar café da manhã, e também servisse para receber convidados à noite e aos finais de semana. Um banco preto e uma mesinha de centro combinando cumprem essa finalidade, e o piso assoalhado completa o décor com a sofisticação da madeira.

Matéria publicada por Casa Claudia em 20 de julho de 2017

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CONSTANCE GUISSET: O DIVERTIDO TRABALHO DA DESIGNER FRANCESA

A mistura de lógica, lirismo e alegria marca as criações da profissional

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A designer, que gosta de jogar com a irreverência.

O jeito brincalhão da premiada designer francesa revela o espírito quase filosófico de sua obra, cheia de surpresas, alegria e leveza. Formada em economia, ela viveu um ano no Japão. De volta a Paris, jogou os números para o alto e decidiu estudar design. Queria deixar o mundo mais gentil. Depois de uma temporada no estúdio dos irmãos Bouroullec, criou o próprio ateliê junto a sua casa, onde expõe e testa criações: gosta de avaliar a escala, a textura e a compreensão do objeto. Ali também curte o trabalho em equipe. “Um estúdio, em algum momento, vira uma aventura humana, pois o trabalho em conjunto é uma soma de tarefas em evolução”, diz a designer.

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No café lounge do Instituto Francês na Turquia, as peças deram origem à coleção Ankara, da Matière Grise: as mesas de aço, disponíveis em 37 cores, custam entre 406 euros (39 x 50 cm) e 1 190 euros (75 cm x 1,2 m) no e-commerce de Constance.

Suas criações transmitem um certo minimalismo oriental…

Viver no Japão me marcou profundamente. O conceito de impermanência, essencial naquela cultura, fala ao meu coração. Objetos são efêmeros, a vida é frágil… Você pode encontrar essa ideia em alguns dos meus trabalhos. imaginar criações que tenham uma presença forte, mas digna, contida: é assim que trabalho a delicadeza em minha obra.

Como vencer a batalha contra o tempo?

Ele é maior que nós, não precisamos vencê-lo. Prefiro incluí-lo nos meus objetos em vez de seguir tendências. Ainda que o designer deva aceitar a finitude do seu trabalho, manter-se na ativa é uma forma de lutar contra o esquecimento. Às vezes, porém, eu gostaria que minhas peças simplesmente desaparecessem para abrir espaço às novas gerações.

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Acima, combinada a ferro e poliuretano, a estrutura de fibra de vidro ultraleve garante efeito dramático ao pendente Vertigo (2 m x 17 cm), inspirado por fores, nuvens e criaturas aquáticas. Preço: 730 euros na Petite Friture. Embaixo, best-seller da parceria com a rede Monoprix, a bandeja de melamina (41 cm de diâmetro) sai por 14 euros.

Qual foi o último item que você trouxe para casa?

Um cabideiro projetado por Bertjan Pot para a Bigode. Era para o meu banheiro, onde eu realmente precisava de algo para pendurar coisas. gosto de sua mistura de formas, que sugerem uma máscara. Inteligente, bem projetado, cheio de referências e divertido ao mesmo tempo. se vai durar? só o tempo dirá. (risos)

A cor é um risco?

Pode datar um desenho de uma maneira desagradável ou até descaracterizá-lo. Quando crio, imagino primeiro linhas e formas e só adiciono os pigmentos no final. Mesmo assim, é a principal característica que as pessoas lembram! Mas eu realmente gosto de trabalhar com elas, de correr riscos. Tenho poucos tabus.

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São de aço laqueado as luminárias Ankara (22 x 21 cm e 34 x 16 cm), da matière Grise. Por 263 libras, cada uma, na made in design.

O que os objetos contemporâneos expressam?

As pessoas têm motivações diferentes quando escolhem objetos para suas casas, é difícil generalizar. Mas acho que a vida pode ser muito difícil lá fora, então não precisamos adicionar mais dureza em nossos espaços. Essa é a razão pela qual eu trabalho muito com curvas: para expressar suavidade e delicadeza. Pelo menos é o que gostaria de exprimir nos trabalhos que assino.

Matéria publicada por Casa Claudia em 20 de julho de 2017

 

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TENDÊNCIA: 12 PEÇAS E MOBILIÁRIOS COM PALHINHA

Hit mobiliário moderno, o material vem novamente esquentar o décor com sua trama delicada

Tendencia a

O sofá Cannage (2,10 m x 80 cm x 78 cm, 4 350 euros), de David Hodkinson para a Red Edition, faz uma leitura contemporânea das peças coloniais. Tem estrutura de faia maciça tingida, pés de latão e trama de junco produzida no Vietnã.

Originária da Índia, a palhinha tinha presença certa nas mansões coloniais ao redor do mundo. Sua textura aberta driblava o calor sem perder a elegância nem o conforto. Chegou ao Brasil pelas mãos dos portugueses e aqui ficou, reconhecida como o acabamento ideal para cadeiras e sofás em nosso clima tropical. “Ela aparece até mesmo nos inventários de bens do século 19, que mencionavam peças de palhinha usadas para refrescar”, conta Arnaldo Danemberg, especialista em móveis brasileiros e europeus.

Tendencia b

À esquerda, no loft parisiense idealizado pela designer de interiores Sarah Lavoine, o fundo branco contrasta com peças de desenho atual. O ponto alto vem do sofá, encontrado num antiquário. À direita, o Atelier2+N resgatou uma técnica tailandesa no armário da Cane Collection (85 cm x 62 cm x 2,20 m), criado para a Podium. A peça, com estrutura de freixo, exibe trama artesanal de rattan nas portas. Preço sob consulta.

De tempos em tempos, porém, a trama surge renovada. Já encantou os mestres do mobiliário moderno, como Joaquim Tenreiro e Geraldo de Barros. Agora é matéria-prima de uma nova leva de designers. “Molda-se bem ao corpo e nada substitui seu toque”, diz Gustavo Bittencourt, autor da coleção Iaiá. Para a designer de interiores francesa Sarah Lavoine, é um elemento fundamental na hora de mesclar diversas influências. “Amo a pegada natural e a atmosfera despojada que ela proporciona.”

Abaixo, confira nossa seleção de produtos e mobiliário:

Tendencia 1

Assinado por Theo Egami, o banco Joakimu (1,80 m x 50 cm x 45 cm), de tauari, custa 4 277 reais na Estar Móveis.

Tendencia 2

A escrivaninha Le Bureau 2 x 1 (1,80 m x 75 cm x 1,40 m), de Fabien Petiot, combina fibra natural, estrutura de bétula maciça e bancada revestida de couro. Preço sob consulta na galeria Mouvements Modernes.

Tendencia 3

Projetada por Charlotte Perriand em 1962, a mesa Rio (1,40 m x 33 cm) foi reeditada pela Cassina em carvalho natural. Preço: 8 280 dólares.

Tendencia 4

Na poltrona Lui5 (1 m x 72 cm x 1,23 m), da Fratelli Bof, Philippe Bestenheider explora a forma pentagonal. Por 3 562 euros.

Tendencia 5

Versátil, a cadeira Bell (51 x 60 x 80 cm, 2 467 reais), de Juliana Llussá, pode ir do estar ao jantar.

Tendencia 6

Os designers Patrik Bengtsson e Pierre Sindre assinam o sofá Pop (1,40 m x 70 cm x 1 m), de freixo maciço e com almofadas de estampa quadriculada. A partir de 3 090 euros na Gärsnäs.

Tendencia 7

Luminária Delicat (33 x 65 cm), de cumaru e aço inox. Do estúdio Lattoog para a Schuster, custa 4 187 reais na Novo Ambiente.Tendencia 8

Aço laqueado estrutura o pendente straw (36 x 28 cm), de junco natural, criado por isabelle Gilles e Yann Poncelet. Por 230 euros no site do Estúdio Colonel.

Tendencia 9

A banqueta iaiá (38 x 45 cm), com base de aço e acabamento de cobre, traz assento de madeira maciça.Desenhada por Gustavo Bittencourt, vale 2 020 reais. Tendencia 10

Bufê Fify (2,03 m x 45 cm x 80 cm), com palhinha emoldurada em jequitibá maciço. Preço: 7 729,60 reais na Saccaro.

Tendencia 11

Com estrutura de pau-marfim e puxadores de latão, o armário Bar (69 cm x 46 cm x 1,40 m) custa 21 920 reais no Estúdio Paulo Alves.

Tendencia 12

Obra de Zanini de Zanine, a cadeira Tiss (44 x 58 x 82 cm), de tauari maciço, tem assento e encosto fragmentados em quatro quadros de palhinha. Custa 2 097 reais no ateliê do designer. Disponível nos acabamentos natural, tonalizado e ebanizado.

Matéria publicada por Casa Claudia em 20 de julho de 2017

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MUSEU DA FOTOGRAFIA DE FORTALEZA TEM FACHADA MARCANTE

O edifício, reformulado pelo escritório Marcus Novais Arquitetura, tem desenho contemporâneo e forte identidade

Museu 1

Museu da Fotografia de Fortaleza tem tudo para ser o novo destino preferido de locais e turistas na capital cearense. O projeto concluído neste ano abriga um dos maiores acervos de fotografia do Brasil, com obras de grandes nomes da área como Steve McCurry, Henri Cartier-Bresson e Marcel Gautherot, além de artistas de destaque na produção contemporânea, entre eles André Liohn, Claudia Andujar, Rosângela Rennó, entre outros.

Museu 2

Os responsáveis pelo projeto do edifício foram Marcus Novais e Lucas Novais, do escritório Marcus Novais Arquitetura. O prédio de 2000 metros quadrados de área construída já existia e fica localizado no bairro Varjota. Com vida social bastante ativa, o bairro é considerado um polo gastronômico e importante ponto de encontro para parte dos moradores da cidade.

Museu 3

A intensão do projeto era criar uma arquitetura contemporânea que expresse, através de sua volumetria, a atemporalidade e sobriedade das formas e dos materiais. Isso, sem deixar de lado uma identidade marcante e facilmente assimilável por qualquer um que tenha visto a obra alguma vez.

Museu 4

Como antiga sede do Instituto Brasil – Estados Unidos (IBEU), o edifício apresentava uma estrutura de vãos variados, pé-direito baixo, aberturas mal dimensionadas, pouca acessibilidade e uma fachada inexpressiva, que pouco interagia com a rua. Por isso, precisou passar por uma reforma geral.

Museu 5

O edifício possui cinco pavimentos, logo no acesso principal, há uma escada generosa que marca a entrada para o museu. Ao lado, uma rampa serve como acesso para cadeirantes e é um elemento escultural na composição da fachada. Do mesmo lado, um recuado funciona como uma pequena praça que abriga uma carnaúba, árvore típica do semiárido nordestino. Ela representa um elemento natural e regional, em contraponto com a volumetria sóbria do edifício.

Museu 6

No térreo, há o lobby, uma área híbrida que comporta café, biblioteca, loja, banheiros sociais e área de exposição temporária. A exposição permanente do museu ocupa o primeiro e segundo piso, que possuem plantas idênticas. Ali, a arquitetura também segue um perfil de sobriedade, mas a presença de agradáveis jardins verticais na área da passarela representam uma transição, um descanso visual entre as obras.

Museu 7

Um terraço parcialmente coberto com vista para a cidade ocupa o terceiro piso. Ali também fica uma sala multiuso, com área para eventos, oficinas e palestras. No subsolo, há toda a parte administrativa e de apoio, incluindo uma reserva técnica para o acervo.

Museu 8

Um cuidado especial foi direcionado à iluminação do local, importante para conservação das obras e qualidade do espaço do museu. As aberturas antigas foram, em sua maioria, vedadas, porém o átrio central foi mantido, ganhando passarelas que acrescentam uma interação visual e possibilitam um trajeto em circuito nos pavimentos. O forro foi removido para que o pé direito ficasse mais alto. Calhas aparentes acomodam instalações de iluminação, climatização e elétrica.

Museu 9

A transformação da fachada foi uma das alterações mais dramáticas do projeto. Todas as barreiras visuais foram eliminadas, ressaltando o volume principal. Ele é revestido com uma estrutura metálica solta da alvenaria externa e chapas perfuradas, que ajudam a proteger da alta incidência solar típica de fortaleza. O tamanho dos furos gera um dinamismo à estética do edifício, criando uma espécie de mosaico.

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Museu 11

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Matéria publicada por Casa Claudia em 18 de julho de 2017

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DRINKS COM ESTILO EM BARCELONA

Bar catalão aposta em décor imponente e jeito de casa

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O bar Libertine, criado pela Stucio Tack para o hotel Casa Bonay, em Barcelona

Ainda não pude conferir in loco o Libertine, bar do charmoso hotel Casa Bonay, em Barcelona. Mas a primeira vez que vi uma foto dele por acidente em alguma rede social me apaixonei por esse décor e, desde então, me imagino jogada neste sofá bebericando um bom dry martini ou um negroni.

Assim como o restante do hotel, o ambiente é assinado pelo escritório norte-americano Studio Tack, responsável por outros hotéis tão bacanas quanto esse mundo afora. E o Casa Bonay é da mesma rede dos Ace Hotel, em Nova York e Los Angeles, já queridinhos dos hipsters, o que o coloca automaticamente na lista dos hotéis mais disputados para passar o verão europeu.

Aqui, o verde escuro comanda o espaço e toques de turquesa e vinho fazem o contraponto ideal, num cenário que tem um quê de praia – por causa das cadeiras de vime – e, ao mesmo tempo, é ultra chique e dramático. Uma das coisas que mais me chama atenção é o mix de tapetes com estampas diferentes, mas todos no mesmo tom.

Quando digo que ele tem cara de casa, é justamente por causa da disposição do sofá e das poltronas, como num living e da grande mesa de jantar bem ao lado deles. E o bar ainda aceita pets e possui uma coleção de discos de vinil para a galera colocar para tocar… Diz se não dá vontade de fazer as malas já?!

Drink 1

Drink 2O bar Libertine, no hotel Casa Bonay, aceita pets.

Drink 3

 

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Visão geral do bar Libertine, em Barcelona.

drink 5Juquebox analógica

Drink 6O bar Libertine, criado pela Stucio Tack para o hotel Casa Bonay, em Barcelona

Escri 7A fachada do hotel Casa Bonay, em Barcelona

Matéria publicada por Casa Claudia em 18 de julho de 2017

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ESCRITÓRIO O CLUB MED EM XANGAI TEM CLIMA DE FÉRIAS

O projeto é uma parceria do designer Diego Fuertes com o escritório 100architects e tem os resorts em destinos incríveis da empresa como maior inspiração

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O designer de produtos Diego Fuertes em parceria com o 100architects foi contratado pelo Club Med para projetar seu novo escritório em Xangai.  A empresa francesa estava transferindo sua sede asiática para o centro financeiro recentemente concluído, projetado por uma parceria entre os escritórios Foster + Partners e Heatherwick Studio. O Club Med é especializado em resorts all-inclusive, com hotéis espalhados pelo mundo todo.

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Tanto Fuertes como a equipe do 100architects concordaram que o Club Med é uma empresa não convencional, e seu escritório deveria refletir essa extravagância, apresentando-se como uma empresa jovem e moderna. Ao fazer um brainstorming para definir o conceito inicial do projeto, os designers chegaram a conclusão de que deveriam desenhar um escritório que inspirasse férias, feriados e refletisse a felicidade que se sente ao chegar a um novo destino ensolarado perto do mar.

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Embora o projeto incluísse o de todo o escritório, o Club Med pediu atenção especial em duas áreas principais: o lobby, que seria encarregado de causar uma boa primeira impressão aos clientes e visitantes; e a área social dos funcionários, que deveria ser mais do que um refeitório para tomar café.

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Além disso, nesta área social, deveria haver espaço para reuniões informais e atividades em grupo. O lobby foi desenhado para passar a sensação de uma piscina, em que os visitantes seriam submersos sob a água. Para criar essa ilusão, um tubo alto azul foi projetado para estar em uma altura que ultrapasse a cabeça das pessoas. Ele dá uma volta no lobby e define pequenas áreas dentro dele.

Escri 5

Para ajudar a criar essas delimitações, foram usados diferentes revestimentos no chão, como um piso de madeira representando a borda da piscina e um carpete azul como se fosse a água da piscina. O resultado é um espaço multifuncional em que cada pequena sala ganha uma função: sala de reunião, sala de espera, recepção, entre outras.

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Uma extensa cozinha amarela foi projetada para resolver todas as necessidades relacionadas a cozinhar, fazer café, esquentar e armazenar comida dos funcionários. Um mini-anfiteatro de madeira está localizado no final do espaço, a fim de fornecer assentos suficientes e também hospedar atividades comunitárias ou discursos públicos.

Escri 7

O escritório conta com muitas áreas abertas com o intuito de promover maior relacionamento entre funcionários e diretores. Funcionalmente eficientes, os espaços de trabalho contam não apenas com longas estações de trabalho comunitárias, mas também com escritórios privados com divisórias de vidro, aumentando a transparência e trazendo luz natural para todos os cantos.

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Matéria publicada por Casa Claudia em 17 de julho de 2017

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MÓVEIS COM SENSORES PERMITEM QUE USUÁRIO AJUSTE SUAS PREFERÊNCIAS

O Live OS, novo sistema da marca de móveis Herman Miller, tem como objetivo ajudar as pessoas a criarem locais de trabalho mais confortáveis.

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A multinacional de móveis Herman Miller acaba de lançar uma novidade bastante tecnológica: o sistema operacional Live OS. Ele consiste em um aplicativo que conecta os seres humanos com os móveis para melhorar a relação entre ambas as partes. Como assim? O Live OS tem como objetivo ajudar as pessoas a criarem locais de trabalho mais confortáveis e eficientes.

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O sistema operacional conecta os móveis da Herman Miller com a nuvem através de sensores. Isso permite que as mesas “sintam” as pessoas e suas preferências, resultando em uma melhor experiência. Por exemplo, a mesa “lembrará” a altura preferida do usuário. Tudo o que o usuário tem a fazer é tocar o controle da mesa uma vez, e ele se ajustará automaticamente à posição salva anteriormente. Ou, se o usuário precisar de lembretes para mover e ajustar sua posição, o controle da mesa acenderá e vibrará.

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O sistema Live OS faz parte do programa Living Office da Herman Miller, com foco em trazer vantagens reais e resultados comprovados para pessoas e organizações.

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Matéria publicada por Casa Claudia 14 de julho de 2017

 

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CONHEÇA A HISTÓRIA DO MÓVEL MAIS FAMOSO DE OSCAR NIEMEYER

A Chaise-Lougue Rio é um clássico do mobiliário brasileiro com quase quatro décadas de existência

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Não apenas de construções imponentes viveu Oscar Niemeyer. O ícone brasileiro também deu suas pinceladas no mundo do design de móveis. Não foram muitas as peças desenhadas pelo arquiteto, mas, por onde se arriscou, ficou clara a coerência de estilo e traço intrínsecos ao seu trabalho.

Chaise Rio foi consagrada como seu móvel mais famoso, é uma tradução exata de toda sua obra. Um clássico atemporal. E na verdade, é uma peça única. Está exposta na galeria NOHO Modern, em Los Angeles. O desenho da chaise é uma produção do arquiteto em colaboração com sua filha, Anna Maria Niemeyer.

Foi no ano de 1978 que nasceu a Rio. Um momento polêmico – diga-se de passagem – para se existir. O fim do AI-5, a União culpada pela morte de Vladimir Herzog e a eleição do General Figueiredo são só alguns dos acontecimentos que conduziram este ano.

Rio 2

Não poderia haver momento mais propício para que as inspirações de Niemeyer saíssem do papel para encantar e cativar o povo brasileiro. A paisagem, a natureza e a bossa da cidade do Rio de Janeiro foram traduzidas nesse móvel cheio de curvas e linhas sinuosas, outra paixão do arquiteto por também representarem a sensualidade do corpo feminino.

O vime que compõe o assento foi uma escolha certeira, já que o material estampa um dos clássicos presentes em praticamente toda casa brasileira.

A chaise foi relançada pela Fundação Oscar Niemeyer, disponibilizando com certificados de autenticidade a peça feita à mão, por encomenda.

Matéria publicada por Casa Claudia em 15 de julho de 2017

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UNIVERSIDAD NACIONAL DE LA PALTA LIBERA À SUA BIBLIOTECA DIGITAL DE ARQUITETURA

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Portal de Libros da Universidad Nacional de La Plata é uma iniciativa que tem como objetivo expor, difundir e dar visibilidade a toda a produção de livros das distintas unidades acadêmicas – entre as quais a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo -, permitindo fortalecer e ampliar as linhas de pesquisa relativas à divulgação científica e acadêmica, contribuindo com a socialização do conhecimento.

Os visitantes que acessarem a coleção de arquitetura encontrarão obras de distintos autores com uma diversidade de recursos aplicados à disciplina, como as publicações ‘Calentador solar de agua: Manual del usuario‘; ‘Tecnología para la mejora del hábitat de agricultores familiares‘; ou ‘Diseño bioclimático como aporte al proyecto arquitéctonico‘.

Para acessar o Portal de Livros clique aqui.

Matéria publicada por Arch Daily em 16 de julho de 2017

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