COWORKING VOLTADO PARA O DESIGN NA VILA OLÍMPIA

Vila 1

O futuro chegou. E o mundo empresarial já está vendo essas mudanças nas prática, como por exemplo, não necessariamente  uma empresa precisa funcionar em um espaço físico para dar lucros. Muitos estão migrando do escritório para um coworking. Os benefícios são enormes, como oferece uma vantagem financeira, possibilidade que os funcionários possam trabalhar de forma mais criativa, além de expandir os contatos e promover novas parcerias.

Vila 2

E obviamente que o setor de design e arquitetura não iria identificar uma tendência dessas e não entrar nessa “onda” do coworking. A designer de interiores, Daniela Cavalieri, fundou em São Paulo, o CoDesign, um coworking totalmente voltado para o design. Segundo ela, essa tendência veio para ficar e o setor de arquitetura e design pode agregar bastante com isso.

Vila 3

Arquitetos, designers de interiores, fotógrafos, e diversos profissionais na área vão ter uma estrutura completa em um dos bairros mais interessantes de São Paulo: Vila Olímpia. Todo o ambiente, que também foi desenvolvido por Daniela Cavalieri, foi projetado sob medida e construído para garantir o conforto. O local conta com um espaço de 160 metros quadrados, 45 posições com gavetas individuais , sala de reunião com capacidade para seis pessoas, espaço para eventos com 36 lugares. E você? O que achou dessa nova forma de se trabalhar? Continue ligado no E4D, por aqui a arquitetura e o design sempre estão a serviço do seu estilo de vida.

Vila 4

Matéria publicada por Eye4design em 18 de setembro de 2017

Publicado em Design de Interiores, Interiores | Deixar um comentário

CASA VILA RICA – BLOCO ARQUITETOS

Casa 1

Arquitetos: BLOCO Arquitetos

Localização: Brasília, Brasil

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho e Matheus Seco

Colaboração: Victor Machado, Marina Lira

Área: 400.0 m²

Ano do projeto: 2017

Fotografias: Haruo Mikami

Fabricantes: Marmoraria Alvorada, Talentus Esquadrias

Projeto de Estrutura: André Torres

Instalações: Victor Silvério

Paisagismo: Mariana Siqueira e Jardins do Cerrado

Obra: Gilmar Guimarães

Casa 2

O projeto está localizado em uma área rural a 40km de distância do centro da cidade de Brasília. A topografia apresenta um leve declive em relação aos fundos do lote, para onde há vista livre em direção a um vale vegetação nativa.

Casa 3

O programa da casa foi distribuído em dois pavilhões que foram posicionados ligeiramente suspensos do piso e desnivelados um em relação ao outro. A elevação dos pavilhões em relação ao terreno tem dois motivos principais: previnir a entrada de pequenos insetos e animais silvestres à casa e minimizar a movimentação de terra na obra. A piscina localiza-se em um terceiro nível, o mais baixo da construção. O primeiro pavilhão abriga a sala, varanda, garagem e demais serviços. O segundo pavilhão, o mais próximo à piscina, abriga os quartos. O clima ameno da região permitiu que a conexão entre os pavilhões se desse através de passarelas cobertas que não possuem paredes ou esquadrias de fechamento. A ideia foi maximizar o contato direto com as condições naturais do terreno no uso diário da casa.

Casa 5

Casa 6

A escolha dos materiais de construção foi baseada em duas premissas: eles deveriam envelhecer bem sob a ação das intempéries sem a necessidade de manutenção constante e eles não deveriam esconder sua aparência natural. Sendo assim, o concreto aparente foi adotado para toda a estrutura e partes do mobiliário fixo tais como mesa de jantar, estantes, bancos e o forno e fogão à lenha. Um piso em cimento queimado foi utilizado nos pisos internos. Somente um tipo de granito lixado foi utilizado em todos os pisos externos, bancadas, áreas molhadas e no interior da piscina. Um tipo de compensado naval foi utilizado em todo o mobiliário, algumas vezes em combinação com peças de serralheria. Um tipo de tijolo cerâmico com espessura final de 12cm foi utilizado para construir todas as alvenarias, portanto toda a estrutura de pilares da casa fica aparente e funciona de forma independente das paredes.

Casa 7

Casa 8

A mão-de-obra disponível possuía experiência prévia na execução de paredes de tijolo maciço que foram usadas na casa, porém a equipe não tinha experiência na execução da estrutura em concreto aparente. Sendo assim, ao invés de buscar a qualidade fina de acabamento do concreto nós decidimos assumir as imperfeições inerentes à sua execução. Desenhamos a paginação de fôrmas e acompanhamos todo o processo da definição do traço do concreto a ser utilizado, porém deixamos aparentes os pequenos defeitos de concretagem.

Casa 9

Casa 10

Os banheiros possuem aberturas zenitais sobre jardins internos que promovem ventilação e iluminação naturais. A torre de caixas d´água possui dois níveis internos e abriga também o boiler e equipamentos de ar-condicionado. Ela é coberta por uma parede vazada composta de tijolos maciços que foram assentados de modo a deixar pequenos espaços para a ventilação.

Casa 11

Casa 12

O projeto de paisagismo procurou recuperar espécies nativas do cerrado. Sua primeira fase já foi implantada.

Casa 13

Matéria publicada por Archdaily em 19 de setembro de 2017

 

 

Publicado em Arquitetura | Deixar um comentário

MIX DE OBRAS DE ARTE TRANSFORMA ESTA CASA EM GALERIA PARTICULAR

Em sua casa no Rio de Janeiro, a moradora conecta moda e arte contemporânea

Por dez anos, a advogada carioca Cristiana Pinheiro Guimarães trabalhou em grandes escritórios no centro da cidade. Um belo dia, cansou da rotina intensa e das roupas clássicas de tons sóbrios. Resolveu mudar de profissão e de vida: foi estudar, por dois anos, consultoria de imagem no Instituto Marangoni de Paris. De lá, voltou completamente apaixonada por moda e sua conexão com a arte contemporânea. E começou a atuar nesse campo, desenhando cursos que fazem a ligação estética entre esses dois universos.

Decor 1

“Ajudo cada um a construir o seu olhar sobre esses temas. Trago ideias, informações e mostro as interseções. Além disso, visito todas as feiras internacionais e, com isso, vou acumulando conhecimento. Junto com meu marido, virei uma colecionadora informal de arte contemporânea. Minha casa é minha galeria”, diz ela.

Decor 2

Decor 3

uando comprou a casa, um imóvel da década de 1970 assinado pelo arquiteto Jorge Hue, Cristiana se apaixonou pela bela luz intensa, filtrada em todos os ambientes, e a total integração com o jardim, dominado por uma figueira centenária. Convocou o escritório de Roberta Moura para pensar a reforma, mas ficou acompanhando tudo, de olho em cada detalhe. “Não queria ambientes abarrotados nem marcenaria fixa no estar. O negócio era ter muita parede e piso livres para expor arte”, conta.

Decor 4

Hoje, sua sala exibe peças de alguns dos nomes mais badalados da cena brasileira, como Ernesto Neto, Maria Nepomuceno, Nelson Leirner e Antonio Dias. Todos arrumados de forma despretensiosa, desenhando uma circulação fluida pelos ambientes. “Gosto de conviver com esses trabalhos. São obras que me trazem alegria e emoção”, arremata.

Decor 5

Matéria publicada por

Publicado em Arte, Decoração | Deixar um comentário

MUSEU BLAU DE HERZOG & DE MEURON PELA PERSPECTIVA DE UM FOTÓGRAFO

Museu 1

“Procuramos materiais tão belos como a flor de cerejeira no Japão, tão densos e compactos quanto as formações rochosas dos Alpes ou tão misteriosos e impenetráveis como a superfície dos oceanos. Buscamos materiais tão inteligentes, versáteis e complexos quanto os fenômenos naturais, ou seja, materiais que não apenas atraiam os olhos impressionados do crítico de arte, mas que também sejam realmente eficientes e atraiam todos os nossos sentidos [...] ” – Jacques Herzog

Como várias outras obras de arquitetura do renomado escritório suíço Herzog & de Meuron, o Forum Building, também conhecido como Museu Blau de Les Ciències Naturals em Barcelona, é notável, dentre outra coisas, por sua sensibilidade em relação aos materiais. Um volume triangular de concreto azul-acinzentado, parcialmente perfurado e aberto para revelar o contraste de superfícies reflexivas, o edifício é algo difícil de ignorar, especialmente para um fotógrafo de arquitetura.

Em seu impressionante jogo de superfícies, texturas e padrões, o Forum Building alterna entre escuridão e luz, sólido e líquido, brutalidade e suavidade. Ele flutua e paira, mas também se afirma. Carregado de dicotomias, o edifício ocupa um lugar estranho entre terra e céu que o fotógrafo Denis Esakov, de Moscou, pretendeu explorar nesta série de fotografias . “Convido o espectador a tentar desconstruir o espaço e a realidade ao redor”, diz ele. Para Esakov, fotografar a arquitetura é sua maneira de interpretar o mundo que o cerca.

Museu 2

Museu 3

Museu 4

Museu 5

Museu 6

Museu 7

Museu 8

Matéria publicada por Arch Daily em 18 de setembro de 2017

 

Publicado em Arquitetura, Cultura | Deixar um comentário

QUARTO NEUTRO E INDUSTRIAL COM TAPETE AZUL E VIBRANTE

O décor deste ambiente mistura referências japonesas com cimento queimado e portas de vidro

Tapete

Em Collingwood, na Austrália, esta casa recebeu um mix de texturas, estilos e cores, mas sem comprometer a atmosfera masculina que já possuía. Responsável pelo projeto, o escritório SJB decidiu adicionar apenas um elemento de peso na suíte máster: em tons azuis, o tapete ocupa boa parte do piso e transforma completamente o ambiente, marcado por referências japonesas e industriais.

“A paleta monocromática, as finalizações luxuosas e os matizes coloridos provêm um nível de profundidade e personalidade”, os profissionais explicam em seu site oficial. Ali, outro destaque são as portas de vidro com moldura preta, que deixam a luz entrar.

 

Matéria publicada por Casa Claudia em 16 de setembro de 2017

Publicado em Decoração | Deixar um comentário

10 HOME OFFICES PEQUENOS E ORGANIZADOS

Não dispõe de muito espaço e precisa montar um escritório? Os projetos a seguir provam que qualquer cantinho bem aproveitado tem potencial. Confira

Home a

Home 1

No vão de 1,20 m de largura e 65 cm de profundidade entre o guarda-roupa e a janela do quarto, a arquiteta Marina Barotti, de São Bernardo do Campo, SP, achou o espaço perfeito para encaixar o escritório dos clientes. Feita sob medida, a marcenaria inclui uma bancada suspensa, dotada de três gavetas, e um armário aéreo. Entre esses dois móveis, a parede foi pintada de azul (Cume da Montanha, ref. 70GG 27/105, da Coral), e é destacada pela iluminação, feita com uma fita de LED colada na base do armário. A cadeira e o tapete estampados dão o arremate à decoração.

Home 2

Aqui, o design retrô da escrivaninha de madeira casou tão bem com o estilo vintage da cadeira de aço que nem a mistura de materiais foi capaz de abalar a harmonia do conjunto! O tampo com duas alturas ajuda a manter os itens de escritório organizados. Logo ao lado, o gaveteiro acomoda a papelada. Misto de mural de avisos e recurso decorativo, o quadro-negro é baratinho e simples de fazer: pinceladas de tinta esmalte fosca preta dão conta do recado.  Na base da lousa, o trio de quadros fica apoiado sobre uma prateleira estreitinha. O segredo para que não caiam? Arrematar esse suporte com uma canaleta metálica em L, presa com braçadeiras de metal e parafusos. Projeto das arquitetas Fabiana Silveira e Patricia de Palma, do SP Estudio.

Home 3

O cantinho próximo à janela foi aproveitado como escritório. Projeto do arquiteto Décio Navarro.

Home 4

Três em um, o móvel sob a janela, feito sob medida, é, ao mesmo tempo, baú, sapateira e mesa de trabalho – nesse último trecho, a cadeira de design marcante se encaixa no vão, revestido de espelho. Projeto da arquiteta Isabel Amorim.

Home 5

A varanda fechada, anexa ao ambiente, era pouco usada, então a moradora decidiu montar ali o novo escritório. Coube tudo, e o espaço conta com iluminação natural e uma vista linda.

Home 6

Bastou uma chapa de pínus (99 x 40 cm) fixada com mãos-francesas para transformar o recuo da janela em um home office bem iluminado. Projeto do arquiteto Marcelo Moura, do escritório Tripper Arquitetura.

Home 7

Três pequenas estantes encaixadas lado a lado compõem uma grande peça criativa e diferente. Nos 24 nichos existe de tudo um pouco – livros, enfeites e caixas organizadoras. Projeto dos arquitetos Alice Martins e Flávio Butt.

Home 8

O estreito corredor se transformou em um espaço perfeito para abrigar o escritório.

Home 9

O ambiente todo integrado tem um cantinho mais reservado para o home office. Projeto da arquiteta Marina Annunziato.

Home 10

Móveis de época, garimpados em lojas de usados, compõem o escritório, a exemplo da escrivaninha verde com puxadores do tipo andorinha – um clássico dos anos 1960 – e das poltronas de cinema. A única peça que foge à regra é a cadeira de aço (Fabril. Tok&Stok). Projeto da designer de interiores Priscila Kolberg.

Matéria publicada por Minha Casa em 15 de setembro de 2017

Publicado em Decoração, Escritórios | Deixar um comentário

CIDADE JARDIM RECEBE EXPOSIÇÃO OBJETS NOMADES DA LOUIS VUITTON

Até o final de setembro, as peças projetadas por grandes nomes do design, ficam em exposição na loja da marca no shopping paulistano

Cidade 1

Até o final deste mês, a loja da Louis Vuitton no Shopping Cidade Jardim conta com a exposição da coleção Objets Nomades. Ela foi concebida em 2012 e mantém viva a tradição da marca de apresentar objetos de viagem projetados de forma primorosa. Neste projeto, alguns dos designers mais renomados do mundo idealizam “Objets” deslumbrantes inspirados em viagens. Estas peças são, posteriormente, desenvolvidas pela Louis Vuitton. Este ano, dois novos designers juntaram-se à coleção: India Mahdavi e Tokujin Yoshioka.

Cidade 2

Atualmente, existem 25 Objets Nomades, entre eles rede de dormir, cadeira de praia, cadeira de balanço e banquinho dobrável. Cada projeto é uma oportunidade para que designers e artesãos da Louis Vuitton possam combinar seu know how de forma a gerar sua própria interpretação criativa da ideia de viagem. Cada “Objet” representa o estilo e os ideais do designer que o projetou, com todas as suas particularidades, um trabalho artesanal e atenção especial aos detalhes.

Cidade 3

Esses valores estão claramente presentes nos 10 Objets Nomades recentemente incorporados à coleção, como o divertido sofá dos irmãos Campana inspirado num doce brasileiro servido em casamentos e festas infantis, a cadeira do Atelier Oï, com suas alças adaptadas que se assemelham a cintos de couro, a moderna cadeira de balanço de Marcel Wanders no refinado couro malletage e a mesa de apoio nômade de India Mahdavi inspirada em um talismã.

Cidade 4

São peças que continuam trazendo o espírito aventureiro da marca e a ideia da “Arte de Viajar” idealizada por Louis Vuitton em 1854.

Cidade 5

Matéria publicada por Casa Claudia em 15 de setembro de 2017

Publicado em Design, Móveis | Deixar um comentário

CASA NA ÁRVORE NO JAPÃO POR LIFE STYLE KOUBOU

Kou 1

Mesmo em épocas de extremo calor, nós precisamos lembrar que estamos no inverno. E quem ama frio e gosta de passar férias ou os dias de folga em paraísos gelados, esse projeto pode ser altamente inspirador. Uma casa na árvore.

Kou 2

Para as crianças não existe opção melhor para passar as férias. Vemos que os arquitetos do Life Style Koubou projetaram duas casas de altura baixa ligadas por meio de uma escada externa. A ideia aqui era que a natureza de Mount Bandai, no Japão, fosse totalmente integrado aos ambientes internos. Continue ligado no E4D, por aqui a arquitetura e o design sempre estão a serviço do seu estilo de vida.

Kou 3

Matéria publicada por Eye4Design em 13 de setembro de 2017

Publicado em Arquitetura, Design de Interiores | Deixar um comentário

MINIMALISMO BRASILEIRO: AS CRIAÇÕES PURISTA DE PEDRO VENZON

Jovem talento nacional, o designer volta seu olhar para formas essenciais e assina peças que são puro encanto

Pedro a

Feita de latão, a Pudica é vendida pela Galeria Matter Matters e custa, em média, 3 750 dólares.

designer catarinense (ele vive em Florianópolis) aponta um novo caminho para a cena brasileira. Seus móveis têm linhas puras, formas esguias e são, em sua maioria, estruturadas em aço-carbono. Engana-se, porém, quem pensa que suas inspirações estão nas estéticas minimalistas japonesa ou escandinava. “Desconstruo a linguagem colonial da arquitetura e do design brasileiro que herdamos dos nossos antepassados”, revela. É o que ele fez na cadeira Pudica, produzida pela marca americana Matter Made, onde os arcos presentes nas janelas das antigas construções brasileiras ganham uma tradução contemporânea no encosto da peça.

Pedro b

As linhas puras e a mistura de materiais (latão e mármore) conferem um tom escultural à cadeira Arauto.

O movimento modernista brasileiro também está no foco do designer. A cadeira Arauto, feita de latão e mármore nero marchina, evoca os conceitos aplicados nas criações da década de 1950: traços essenciais e matéria-prima nobre. Na galeria abaixo, veja outras peças assinadas por Pedro Venzon.

Pedro 1

Linhas retas e formas orgânicas se encontram na mesa Bamba.

Pedro 2

A cadeira Avoa brinca com a leveza das formas. Nas opções aço-carbono e latão.

Pedro 3

Uma estrutura superdelicada de latão dá forma à luminária de mesa Memorial.

Pedro 4

A mesa Moça, editada pela francesa Objekto, evoca feminilidade.

Matéria publicada por Casa Claudia em 14 de setembro de 2017

Publicado em Design de Interiores, Móveis | Deixar um comentário

11 COZINHAS PEQUENAS COM ARMÁRIOS COLORIDOS

Quer trazer mais cor para o ambiente, mas tem medo de ser arriscar? Veja os projetos a seguir e saia do básico

Cozinha 1

Sem deixar o visual pesado, a marcenaria aproveita cada cantinho. De MDF laminado, as peças combinam um padrão amadeirado com cores descoladas (cinza Prattan e azul Petróleo, da Formica). Projeto das arquitetas Beatriz Ottaiano e Daniele Okuhara, do escritório Doob.

Cozinha 2

A blogueira Débora Alcântara e marido designer Fernando Sobzack elegeram cinza e branco para os armários da cozinha.

Cozinha 3

Antes com acabamento laminado, os armários receberam primer automotivo (Lazzudur P710, da Sherwin-Williams), que tornou sua superfície porosa, possibilitando a aderência do esmalte sintético acetinado (Metalatex Requinte Superlavável, da Sherwin-Williams). Os tons foram pinçados de detalhes de uma estante da sala – no módulo superior, foi usada a cor Rambling Rose, ref. SW 6305; no inferior, Fireweed, ref. SW 6328. Projeto do arquiteto Flavio Castro, do escritório FCstudio.4

Cozinha 4

Boa parte do encanto da cozinha se deve aos armários, desenhados pela arquiteta Bárbara Dundes. Feitas com MDF já revestido de laminado na cor nude (da Arauco), as peças foram arrematadas por puxadores do tipo concha, que conferem um ar europeu ao ambiente.

Cozinha 5

A moradora decidiu que queria armários verdes e, com isso, acabou definindo o ponto de partida para a criação da paleta de cores do apê. A arquiteta Juliana Shwartzbaum sugeriu combinar o tom com um padrão amadeirado, e encomendou os módulos coloridos revestidos de laminado fosco (L 113 Verde Oficial, da Formica) – assim, dá para deixar recadinhos com giz nas portas e limpar com pano úmido depois. O ar retrô das peças agradou em cheio a moradora: “Amo essa mistura do clima mais antigo com o moderno”.

Cozinha 6

No projeto da arquiteta Stephanie Esposito, os armários nas cores branco e uva formam uma parceria perfeita com o piso de ladrilho.

Cozinha 7

A marcenaria dos armários, toda feita de garapeira, ganhou cavas no lugar de puxadores, alternativa econômica e de visual supermoderno. Projeto de Aldi Flosi.

Cozinha 8

A arquiteta Bruna Carra apostou em dois tons da mesma paleta para os armários da cozinha.

Cozinha 9

O destaque do ambiente são os armários com portas em amarelo ouro. Projeto da designer de interiores Maria Veridiana Leoni, da M2House, e do arquiteto Kennory Weston, da KW Arquitetura.

Cozinha 10

Fugindo dos móveis brancos modulados, normalmente escolhidos para mobiliar a cozinha, a designer de interiores Paula Gambier projetou uma marcenaria azul-clarinha, com traços retrô. Nas paredes, os azulejos inspirados nos tiles que revestem os metrôs europeus fazem o casamento perfeito, reforçando o estilo.

Cozinha 11

O contraste criado pelas portas brancas e vermelhas remete ao efeito xadrez das pastilhas, conferindo unidade à ambientação. Projeto da arquiteta Beatriz Dutra.

Matéria publicada por Minha Casa em 13 de setembro de 2017

 

Publicado em Cozinhas, Decoração | 1 comentário