Simples e bonitas, as canetas Athas! dão um novo estilo a um ícone do design. Confeccionadas em aço inox ou liga metálica (com banho de prata ou ouro), têm duas variações de tamanho: original e mini. Elas são ainda numeradas, assinadas individualmente e recebem um certificado de procedência e garantia. Site: HTTP://www.athas.com.br/src.

Fonte: O Estado de São Paulo: 25/07/2010

O ‘Floting Garden’ é uma solução inovadora para as necessidades de manutenção de aquários de água doce, com um sistema de filtragem 100% natural. Ele funciona da seguinte maneira: uma bandeja, colocada em cima da água, é preenchida com um colchão de areia onde as plantas serão dispostas. Por meio da reciclagem hidropônica, o jardim limpa a água, evitando sua troca constante. Somente os resíduos que são importantes para a vida do recipiente permanecem. Informações: www.duendepressrelations.word-press.com.

Fonte: O Estado de São Paulo: 25/07/2010

Esta compacta bolsa é a iTraveller, desenvolvida para transportar iPod e todo o aparato para reproduzir o som do aparelhinho. São duas caixas de som, equalizador, cabos e bateria recarregável com duração de 12 horas. Custa 249 euros. http://www.ingeniousaudio.com/hifi_01.php

Fonte: O E stado de São Paulo: 25/07/2010

Desenvolvida pelo jovem designer inglês Kevin Scott, de apenas 21 anos, a criativa ‘magrela’ é feita com uma estrutura rígida, mas, ao mesmo tempo, flexível. Um mecanismo de catracas torna o cano da bicicleta dobrável, permitindo prendê-la a um poste ou placa de trânsito. Ou seja, a própria bicicleta funciona como cadeado. O bloqueio é feito com as duas rodas, juntamente com o quadro. A invenção pode diminuir os roubos por ali - de acordo com a polícia britânica, mais de 52 bicicletas são roubadas diariamente em Londres. A criação de Scott está atualmente em exposição no Business Design Centre em Islington, Londres.

Fonte: O Estado de São Paulo: 25/07/2010

Após ganhar destaque mundial, a brasilidade foi escolhida como tema do Design Essencial 2010, evento promovido pelo Senac São Paulo em 18 unidades da capital e do interior. De 25 de agosto a 1º de dezembro, serão realizados workshops, palestras e exposições ligados à concepção e à produção do segmento, tendo como foco produtos inspirados nas formas da natureza e culturas regionais e a variedade de materiais, combinando fios e fibras, papeis e panos, cores e texturas.

O objetivo do encontro, que está em sua quinta edição, é fomentar o setor como uma atividade multidisciplinar ligada a tecnologia, a estética e a sustentabilidade. A programação é direcionada a arquitetos, designers de interiores e de produtos, lojistas, estudantes, docentes e demais interessados.

Entre os palestrantes do Design Essencial 2010 estão os designers Marili Brandão, Fabíola Bergamo, Christian Ullmann, Silvia Grilli, Marcelo Teixeira e Fabio Galeazzo, importantes nomes do cenário nacional preocupados com o desenvolvimento alinhado à sustentabilidade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.sp.senac.br ou nas unidades participantes.

Fonte: Senac

Abstrak é o nome do móvel multiuso vencedor do prêmio Sebrae-MG, na categoria estudante

Ele pode ser aparador, revisteiro, mesinha de canto ou porta objetos. Além de ter função variada, o Abstrak - projeto vencedor do 2° Prêmio Sebrae Minas Design, na categoria estudante dedicada aos móveis - também muda de forma, dependendo da posição escolhida. Segundo os autores do projeto, os estudantes de Design de Produto da UEMG Daniel Bahia Gontijo, Fernando Henrique Moraes e Ravi Ballardi Tavares dos Santos, o móvel é inspirado na arte abstrata, que não se limita a ter um conceito fechado por trás da obra. O projeto prevê a fabricação por encaixe com chapas de MDF. Para o acabamento, eles defendem o uso de duas cores.

“No protótipo usamos o laranja-escuro e o grafite, mas as cores podem variar, desde que uma seja quente e outra fria”, afirma Gontijo, que cursa o último período, e pretende se dedicar ao design de produtos ao se formar.

Fonte: O Estado de São Paulo Caderno Casa: 15/08/2010

Muito antes de sustentabilidade virar moda, ele já defendia um “design sem gordura”, criando projetos de um radical “essencialismo estético”, que se ocupa somente do essencial. Baseado em Londres, mas permanentemente em trânsito - “é no espaço aéreo que tenho as melhores ideias” -, o britânico Ross Lovegrove aterrissou, em julho, no Brasil.

Convidado do programa Casa Cor Stars evento patrocinado pela mostra de decoração que se propõe a trazer grandes nomes do design-, ele proferiu palestra em São Paulo, descansou em Ilhabela e se encontrou com arquitetos cariocas, como Pedro Paranaguá e Guto Indio Costa.

Fascinado pelo país que ele diz apenas agora começar a desvendar, Lovegrove quer incluir o Brasil em seu roteiro de viagens frequentes. Na agenda, o lançamento de um calçado exclusivo para a Melissa. Nos planos, o sonho de trabalhar como designer ou arquiteto por aqui.

“O Brasil sempre foi referência em termos da arquitetura, via Oscar Niemeyer, e, mais recentemente, de design, pelo trabalho dos irmãos Campana. Porém, a sensualidade que emana das coisas e das pessoas por aqui apenas agora me foi revelada”, conta Lovegrove.

Nascido em 1958, em Penerth, no País de Gales, Lovegrove estudou Desenho Industrial na Escola Politécnica de Manchester, hoje Universidade Metropolitana. Em 1980, transferiu-se para Londres, onde concluiu os estudos no Royal College of Art. Datam dessa década seus celebrados projetos de um dos primeiros modelos de walkman, para a Sony, e do Computador portátil para a Apple.

Vencedor de diversos prêmios internacionais, seu trabalho, de forte teor conceitual, figura no acervo de museus como o MoMA, de Nova York, o Centro Georges Pompidou, de Paris, e o Museu do Design, em Londres. Desde o fim dos anos 1980, ele trabalha para editoras italianas de mobiliário, como Kartell, Moroso e Driade.

O estúdio do designer, nos subterrâneos de um sobrado no bairro de Notting Hill, em Londres, é o melhor retrato de seu universo. Ali estão a escada em forma de DNA, uma bicicleta de bambu e as luminárias criadas para a Yamagiva e a Artemide. “Para saber onde ir é preciso saber de onde se veio”, diz Lovegrove, deixando claro seu desejo de, para sempre, trabalhar na companhia de seus projetos.

Fonte: O Estado de São Paulo Caderno Casa: 08/08/2010

Viajar de avião é uma alternativa cada vez mais próxima e acessível para a população emergente do Brasil. Segundo um levantamento realizado pelo instituto Data Popular, 10,7 milhões de pessoas deverão realizar sua primeira viagem aérea nos próximos 12 meses – 8,7 milhões, ou 82% do total, são de brasileiros das classes C e D.

Ainda de acordo com a pesquisa, que repercutiu na mídia nesta quinta 5 de agosto, o volume geral de brasileiros que pretendem realizar ao menos uma viagem por meio do transporte aéreo até 2011 chega a 26,4 milhões de pessoas, 67% delas pertencentes às classes C e D. “Nos últimos anos, a chegada de novas companhias ao setor, a queda no valor das passagens e principalmente as opções de parcelamento na hora de pagar os bilhetes aéreos ajudaram a democratizar as viagens de avião”, afirma Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular.

As estratégias das companhias aéreas para conquistar esse consumidor das classes C e D também mostra a importância desses novos passageiros para o setor. A TAM anunciou uma parceria com a Casas Bahia para vender passagens em lojas da rede varejista, enquanto a Azul divulgou que terá pontos de venda de bilhetes aéreos em supermercados.

Novo público

A presença crescente de brasileiros das classes C e D nas aeronaves é reflexo de uma maior participação da população de baixa renda nas atividades de turismo de lazer. No próximo ano, esses gastos deverão ultrapassar os R$ 23 bilhões, com 48% desse montante sendo gerado pelos emergentes – um mercado potencial de R$ 11,04 bilhões. Isso representa um crescimento de 26% na comparação com 2003, quando as classes C e D responderam por 38% das despesas no segmento.

Outro fato destacado por Meirelles como causa desse fenômeno nos aeroportos é o número de pessoas que viajam para visitar seus familiares, resultado do intenso fluxo migratório dentro do Brasil. Somente na Região Sudeste, onde vivem 81 milhões de pessoas, 18% da população é originária de outros estados. “São Paulo, por exemplo, é lar de milhares de nordestinos de nascimento. E, para matar a saudade dos parentes, ninguém quer enfrentar dias de estrada quando se pode levar só três horas dentro de um avião”, conclui o consultor.

Mais infdormações sobre Mercados Emergentes no blog: www.brasildeverdade.com

A Siq Marketing em parceria com o instituto de pesquisas DataPopular lançam o 1º Congresso Nacional para Mercados Emergentes que será rea,izado nos dias 9 e 10 de novembro no Renaissance São Paulo Hotel. O tema do evento é: “CLASSES C e D: UM MERCADO DE R$ 834 BILHÕES, ONDE MENOS É MUITO MAIS”. São mais de 100 mihões de pessoas em todo o Brasil que estão mudando seu patamar de consumo e sendo inseridas no mercado.

O evento tem o objetivo de apresentar a empresários de pequenas e médias empresas, além de diretores e gerentes como é esse mercado, suas expectativas, sonhos e realidades com a apresesntação de cases de grandes empresas que já estão obtendo resultados com esse segmento.

Nos próximos dias entra no ar o site do evento com o conteúdo completo e seus palestrantes. As inscrições serão efetuadas pela internet e poderão ser pagas pelo cartão de crédito com inscrições para 1 ou os 2 dias do evento. Acesse: www.mercadosemergentes.com.br

Conforme disse Renato Meireles, diretor do instituto, estamos falando de um mercado que não para de crescer e as empresas precisam entender o seu funcionamento para poder vender melhor.

Outras informações sobre o mercado das Classes C e D podem ser encontradas nos sites: www.datapopular.com.br; www.brasildeverdade.com e no youtube: www.youtube.com/datapopular

Quem sempre sonhou em ter uma adega em casa, vai ficar louco com essa ideia. Uma “escada-adega-caracol” que não ocupa espaço na sua casa e você ainda pode fingir que nem sabe da existência dela quando o cunhado interesseiro vier te visitar! Tudo que você precisa fazer é escondê-la embaixo do tapete ou camuflar a porta com o mesmo revestimento do piso!

Tudo que você precisa pra ter uma dessas em casa, é de um buraco que vai de 2 a 3 metros de profundidade e tem capacidade de 1000 a 1600 garrafas. Tudo muito organizado, de fácil acesso e visualização das garrafas, ótima conservação sem gastar energia elétrica pra manter os vinhos sempre na mesma temperatura. Quem cair nessa toca, não vai ter uma crise de Alice pra sair dela, pelo contrário, nem vai pedir ajuda pra voltar!

Mas o que vai te deixar tonto nessa história toda, não é a quantidade de vinho que você vai beber e sim o preço da brincadeira. Pra ter uma dessas fazendo parte da decoração da sua casa é preciso desembolsar no mínimo 12.000 dólares. Se sua paixão não chega a tanto, já pode começar a cavar hoje mesmo!

Não entendeu? Conheça a Spiral Cellars!

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